Hermione Granger Weasley

"Nunca se envergonhe! Sempre haverão aqueles que se oporão a você, mas eles não merecem a mínima atenção." - J. K. Rowling

Fanfic

(História original, personagens, lugares e demais: J.K. Rowling)


Primeiro Ano em Hogwarts

Primeiro Capitulo

Era sábado de manhã, estava na minha cama, olhando para o teto. Não queria me  levantar mesmo sabendo que minha mãe logo viria me acordar.

Virei de lado e vi a foto de minha família em um porta-retrato que eu mesma tinha feito. Na foto estava: a mamãe, o papai, Alvo, Tiago e eu, Lílian Luna Potter.

Eu já tinha completado onze anos havia um tempo e ainda não tinha recebido minha carta de Hogwarts. Estava começando a ficar frustrada.

- Lílian? Está acordada, querida? – ouvi mamãe dizer da porta.

- Estou, mãe – falei me sentando na cama.

- Bom dia, filha. Você não vai levantar e tomar café? Logo Rosa e Hugo vão chegar. – Rosa e Hugo eram os filhos de tio Rony e tia Hermione.

- Já vou descer.

Me levantei e me troquei, desci rápido e encontrei todo o resto da minha família já sentada a mesa.

- Bom dia, filha – disse meu pai com um sorriso estranho no rosto.

- Bom dia – falei sem entender.

Sentei em minha cadeira e quando levantei o meu prato, para pegar um pouco de mingau de aveia que estava do outro lado da mesa, eu vi. Era a minha carta de Hogwarts! Ela finalmente tinha chegado!

- Parabéns, querida! – mamãe disse. – Não falei que a sua carta ia chegar. Só precisava de um pouco de paciência.

- Abre! – disse o Tiago.

Li meu nome escrito em tinta verde e abri a carta. Era verdade, eu iria para Hogwarts e não apenas ia ficar vendo meus irmãos irem.

- Temos que ir ao Beco Diagonal, para fazer umas compras. – disse a mamãe.

Foi aí que eu lembrei.

- Terei a minha primeira varinha! – falei sem acreditar.

- Mas nós vamos só amanhã – disse o meu pai, estragando meu pensamentos felizes de eu segurando minha própria varinha.

- Por que? – perguntei desapontada.

- Porque hoje Rosa e Hugo vão vir aqui – ele explicou.

- E… falando nisso… Vocês três arrumaram o quarto? – perguntou a mamãe.

Olhei para meus irmãos e percebi que, como eu, eles não tinham arruado o quarto.

- Já vamos arrumar, mãe – disse o Alvo.

- Bom mesmo!

Comi rápido e subi para o meu quarto levando comigo a carta tão esperada. Tive vontade de coloca-lá em uma moldura.

Eu queria muito ir pra lá pois meu pais e irmãos falavam muito de lá.

Queria ver o enorme castelo de Hogwarts, o lago, o Salgueiro Lutador, e tudo o que tinha lá.

- Crianças, eles chegaram – ouvi minha mãe do andar de baixo.

Desci correndo, mamãe já estava abrindo a porta.

- Tiago! Alvo! Lílian! Como vão? – perguntou tia Hermione nos abraçando.

- Ai, tia! Assim eu não consigo respirar – disse Tiago.

- Tiago não seja exagerado – mamãe disse.

- Me desculpe – falou tia Hermione. – Harry! Gina! Como estão? Já faz um tempo que não nos vemos.

-Como vocês estão? – perguntou tio Rony.

- Bem, obrigado – disse Tiago.

- Vem, Hugo! – disse Al, o Alvo. – Papai me comprou uma vassoura nova – e os três saíram pela porta para dar a volta na casa.

- Oi, Lílian – disse Rosa.

- Oi – falei.

- Vocês não querem se sentar? – perguntou a mamãe.

Fomos até a sala e mamãe foi à cozinha pegar algo para os convidados comerem.

- Hoje, Hugo recebeu sua carta de Hogwarts – disse tia Hermione.

- Nossa pequena Lílian também – disse papai.

omos até a sala e mamãe foi à cozinha pegar algo para os convidados comerem.

- Parece que Roxanne também –disse tio Rony. Roxanne é minha prima, filha de tio Jorge e tia Angelina.

- Hugo já estava ficando preocupado pois sua carta estava demorando para chegar – disse tia Hermione. – Mas a de Rosa também chegou.

                - A de Tiago e Alvo também. – disse a mamãe chegando com uma bandeja cheia de pastelão. – Amanhã nós vamos ao Beco Diagonal comprar o material da crianças.

                - Por que não nos encontramos lá? – perguntou o papai.

                - Na frente da Floreios e Borrões? – perguntou tio Rony pegando um pastelão.

                - Combinado – disse papai.

Segundo capitulo

Depois de comer um pastelão, fui com a Rosa para o meu quarto.

- Parabéns, Lílian – disse Rosa.

- Obrigada –falei sem graça.

- Também fiquei muito feliz quando recebi a minha carta, e conseguir a carta significava comprar uma varinha também. Quando a minha varinha me escolheu eu não conseguia parar de sorrir, foi quando eu finalmente me senti uma bruxa.

- Verdade? – perguntei ficando interessada.

- Sim, e Hogwarts é o máximo! Não pensei que fosse, mas é.

- Você está me deixando com muita vontade de ir para lá.

- E tem também as quatro casas – ela continuou. Eu já sabia sobre elas, mas deixei Rosa contar. – As casas são: Grifinória, Lufa-Lufa, Sonserina e Corvinal. Eu, seus irmãos e Fred somos da Grifinória, mas quase que eu entro na Corvinal, sabia?

- Mesmo? Eu não sabia disso.

- Sim, mas pedi para ser da Grifinória , pois minha mãe e meu pai são de lá. É verdade que o seu pai ia ser escolhido para a Sonserina? Meu pai disse que de lá só sai bruxo ruim…

- Verdade, mas ele também  pediu pra não ficar na Sonserina, como você, e foi para a Grifinória.

Nunca tinha pensado nisso, percebi. E se eu fosse para a Sonserina? No primeiro ano de Alvo, ele tinha ficado muito preocupadocom isso também, mas eu tinha achado isso uma besteira, mas agora eu era quem estava preocupada com isso.

- Você está bem? – perguntou Rosa me tirando de meus devaneios.

- Hã? Ah, estou sim – menti.

- Tem certeza? Você está com uma cara estranha…

- Estou bem, sim. Não se preocupe.

Mesmo depois que Rosa e sua família foi embora, continuei pensando nisso.

Quase não comi nada no jantar e fui tentar dormir cedo.

- Você está bem, Lílian? – perguntou a mamãe quando eu já estava deitada. – Você não comeu nada no jantar.

- Estou bem – comecei.

 - Lílian Luna Potter, não minta para mim!

- Tá – falei meio irritada. – estou com medo de ir para a Sonserina.

- De novo essa conversa. Vou chamar o seu pai – ela falou e saiu. Depois de um tempo meu pai chegou.

- É verdade o que a sua mãe falou? – começou ele.

- Aham –falei baixinho.

- Não se preocupe, filha. O chapéu seletor considera a sua opinião e se você não quiser ir para a Sonserina é só pensar que não quer, que ele vai saber.

- Mas e se ele me colocar na Sonserina mesmo assim?

- Não importa em que casa você vai estar. Nós vamos sempre te amar.

- Mas você, mamãe, Tiago, Al, Rosa, Tia Hermione, Tio Rony e…

- Não importa, o que importa é você! Está bem?

- Tá – falei.

- Tente dormir um pouco.

- Boa noite, pai.

- Boa noite.

Acordei na manhã seguinte com o Alvo e o Tiago no meu quarto.

- Lílian! Lílian! Acorda – gritavam eles.

- Hã? – bocejei. – O que?

- Levanta! – falou o Alvo.

- Por que? – falei. Aí eu lembrei. – Vamos ao Beco Diagonal?

- Não – falou o Tiago.

- Papai esqueceu que hoje é domingo e que dissemos que iríamos visitar a vovó – falou o Alvo.

- Mas vamos amanhã – disse a mamãe entrando no meu quarto.  – Agora vocês deixem a sua irmã se levantar e se trocar – disse ela aos meus irmãos.

Depois que eles saíram, me levantei e troquei e então fui para a sala.

- Seu pai e seus irmão já foram – disse a mamãe. – Agora é você.

Peguei um pouco de pó de flu, entrei na lareira e disse:

- A Toca!

Fechei os olhos e quando abri vi muita gente ruiva então parei. Estava na sala d’A Toca.

- Lílian, querida! – disse a vovó me abraçando.

- Oi, vó – falei. – Como a Sra. está?

                - Estou bem – ela falou sorrindo.

                - Onde estão Alvo e Tiago? – perguntei.

                - Lá fora, desgnomizando o jardim.

                - Posso ajudar?

                - Claro, querida. Vai lá.

                - Depois de desgnomizar o jardim, sentamos a mesa do lado de fora e almoçamos. Estavam presentes: minha família, vovó, vovô, a família de Rosa e a família de tio Jorge. A família de tio Gui estava viajando, eles tinham ido para o Japão.

                - Fiquei sabendo que Lílian e Hugo também receberam a carta de Hogwarts – disse o vovô. Parabéns!

                - Lílian já está preocupada em que casa vai ficar – disse a mamãe. Senti que comecei a ficar vermelha.

                - Hugo também – disse Rony. – Mas falei pra ele não se preocupar e que tudo ia dar certo.

                - Amanhã vamos ao Beco Diagonal comprar o material deles –disse o papai, e agradeci por mudarem de assunto.

                Depois de comer pudim feito pela vovó fomos embora.

                Quando chegamos em casa, Tiago e Alvo saíram correndo para o quintal para treinar Quadribol. Então tive um idéia.

                Fui até o quarto do Alvo e peguei a varinha dele, e um livro do primeiro ano que ele deixava em uma estante, fui correndo para o meu quarto e fechei a porta.

                Fiz alguns feitiços simples até que eu ouvi.

                - MÃE! MINHA VARINHA SUMIU!

Terceiro Capítulo

Droga, pensei.

- Tem certeza, Alvo? – perguntou a mamãe subindo a escada.

- Tenho! Eu tinha deixado ela aqui porque você falou que não era pra eu levar para A Toca – disse o Alvo.

- O que aconteceu? – perguntou o Tiago.

- Minha varinha sumiu.

- Não sumiu, não – disse a mamãe.-  Ele perdeu.

- Não perdi. Ela sumiu!

- Lílian? Você viu a varinha do seu irmão?

- Não – menti.

Peguei a varinha e o livro e escondi debaixo do meu travesseiro.

- Alguém a roubou – disse o Tiago.

- Não seja exagerado, Tiago – disse a mamãe.

Como eu ia devolver sem que o Alvo visse? Ele ia ficar uma fera se descobrisse que eu peguei a varinha dele. Ele sempre dizia “Lílian, não mexa nas minhas coisas?”.

- Procure um pouco – disse a mamãe. – Vou fazer o jantar e já volto.

- Tá – falou o Alvo frustrado.

- Vou procurar no meu quarto, se eu achar, eu te falo – disse o Tiago.

Depois de uns quinze minutos, levantei o meu travesseiro, a varinha e o livro continuavam lá.

- Lílian, posso procurar no seu quarto – perguntou o Alvo. – Ei, o que você tem aí?

Abaixei rápido o travesseiro para que ele não visse.

- Não é nada – falei.

- Me deixe ver.

Ele começou a puxar o travesseiro, mas eu sentei em cima dele.

- O que é isso? – disse ele. – É um livro? Me deixe ver!

- Para de puxar, Alvo!

- Tiago! Vem me ajudar!

- Quê? – disse o Tiago entrando no meu quarto.

- Me ajuda – disse o Alvo. – Ela não me deixa ver o que tem debaixo do travesseiro.

- Mas que confusão é essa? – disse o papai.

- A Lílian! – disse o Tiago.

- Consegui! – disse o Alvo. – É o meu livro do primeiro ano. O que você está fazendo com ele, Lílian?

- Eu… Eu… – tentei falar.

- Levante daí – disse o papai. Não tive escolha, tive que me levantar.

- Minha varinha! – disse o Alvo. – Já falei pra você não mexer nas minhas coisas!

- Lílian, por… – começou o papai.

- Cara-de -Lesma! – disse o Alvo.

- ALVO! POR QUE VOCÊ FEZ ISSO?

De repente senti alguma coisa na minha garganta e um gosto ruim na boca.

- Você dois, vão buscar um balde!

Eu não estava entendendo nada, mas aquele gosto ruim estava me deixando meio estranha. Quando fui abrir a boca para falar, uma lesma nojenta saiu dela. Me assuste, e logo depois estava sentindo, de novo, o gosto ruim.

- Você está bem? – perguntou o papai.

Logo, Alvo chegou com um enorme balde.

- Vomite as lesmas aqui – disse ele, segurando o riso.

- O que? – quase gritei. Mas mais uma lesma saiu da minha boca.

Fiquei vomitando lesmas por um bom tempo enquanto ouvia Alvo dar risada de mim do outro quarto.

- Que raiva do Alvo! – falei para a mamãe, depois que parei de vomitar lesmas, mesmo com um gosto meio ruim na boca, e já na cama.

- Não fale assim – disse ela. – você também não deveria ter pegado a varinha dele sem pedir.

- Ele não ia deixar mesmo se eu pedisse – falei irritada.

- Amanhã vamos ao Beco Diagonal e você terá a sua própria varinha.

Não pude deixar de me alegrar com aquilo, eu realmente queria ter a minha própria varinha.

- É melhor você ir dormir – disse ela.

- Tudo bem.

- Você está melhor? Tem um balde aqui do lado caso…

- Eu estou melhor, mãe! Boa noite.

- Boa Noite, querida.

                       Quarto Capítulo

Na manhã seguinte, fomos ao Beco Diagonal. Eu já tinha ido lá antes, mas dessa vez íamos comprar algumas coisas para mim também.

Encontramos, como de combinado, tio Rony e sua família na frente da Floreios e Borrões. Compramos todos os livros que precisávamos e depois fomos comprar vestes com a gentil Madame Malkin.

Depois compramos todos as tinhas, penas, ingredientes para poções, e o que estava na minha lista.

- Certo, só falta umas coisinhas – disse a tia Hermione.

- Varinha! – dissemos eu e Hugo ao mesmo tempo.

- Vamos lá, então – disse a mamãe.

- Bem vindos – disse um homem meio velho ao entrarmos na loja de varinhas que eu nem vi o nome de tão empolgada.

- Olá, Sr. Olivaras – disse tia Hermione.

- Então, quem vai ser o primeiro? – perguntou Sr. Olivaras.

Eu e Hugo ficamos parados sem saber o que fazer.

- Eu vou - disse Hugo.

O Sr. Olivaram pegou uma fita métrica e começou a medi-lo. Eu já tinha visto aquilo antes, tinha ido com meus irmão comprar suas varinhas.

- Muito bem. Vamos tentar essa daqui. Pena de cauda de fênix. Vinte e cinco centímetros, boa e não muito flexível.

Hugo pegou a varinha e apontou para uma estante e todas as varinhas caíram. Naquela hora, pensei: e se nenhuma varinha me escolher?

- Acho que não – disse o velho homem. - Tente essa. Corda de coração de dragão. Vinte e nove centímetros. Boa e flexível.

 Hugo pegou a outra varinha e de repente saíram algumas fagulhas de sua ponta.

- Bom, acho que encontramos, Sr. Weasley – disse o Sr. Olivaras. – E para você? – disse ele olhando para mim. Dei um passo para a frente e disse:

- Sou Lílian Potter, senhor.

- Por favor, se aproxime – ele começou a me medir também. - Muito bem, tente essa. Pelo do rabo de unicórnio. Vinte e sete centímetros. Boa e flexível.

Quando peguei a varinha me senti muito bem, também senti um calor estranho nos dedos e fagulhas também saíram das ponta de minha varinha.

- Acho que é esta. Foi rápido! – disse o homem.

Depois que pagamos elas varinhas, fomos tomar sorvete.

- Pronto, Lílian. Agora não precisa mais pegar a minha varinha – disse o Alvo.

Fingi que não ouvi e continuei tomando o meu sorvete, feliz comigo mesma. Rosa tinha razão, quando segurei a minha varinha foi quando me senti mesmo uma bruxa. Sorri para ela que me devolveu o sorriso.

Quando acabamos os nossos sorvetes, nos despedimos da família da Rosa e fomos para casa.

Já no meu quarto, eu não conseguia parar de olhar para ela, ficava balançando-a e fazendo alguns feitiços simples do meu livro de feitiços.

Mal podia esperar para as aula começarem, nem para finalmente conhecer a Escola de magia e Bruxaria de Hogwarts!

Quinto capítulo: http://hermione-gran-ger-weasley.tumblr.com/fanficc